Vírus em Sistemas de Automação e Controle iniciam novo modo de cyberterrorismo

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Videocast Do IEEE expõe um novo estilo de cyberterrorrismo que ataca os sistemas de controle e automação em indústrias.

http://spectrum.ieee.org/podcast/telecom/security/how-stuxnet-is-rewriting-the-cyberterrorism-playbook

Saiu o “Googles” para iPhone!! Amazing!!

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É só buscar por “Google Mobile App” e você terá um excelente buscador por voz, lugares ou mesmo fotos… é fantástico!

Tire fotos de coisas e lugares e ele te indica oq é e onde encontrar!!

Fonte: Freak Out: Google Goggles for the iPhone is Here

Estudo inédito sobre inovação com CRIANÇAS!!

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Grupos de foco, estudos de especialistas, visões de gurus tecnológicos, mensagens do além?!? Nada disso… um grupo de pesquisadores de inovação elaborou e divulgou o resultado de um estudo com crianças sobre quais seriam seus desejos para o futuro nos campos da computação e internet.

Coisas extremamente simples e até mesmo geniais, muitas delas possíveis atualmente só basta apontarmos os esforços na direção correta. O trabalho divulgado está aqui.

Esperar em fila de restaurante?! Nunca mais!!

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textaurant-logo.png

Estavamos comentando ontem no MBA algumas experiências que nos deixam frustrados como clientes/consumidores, uma delas é “ainda” termos a necessidade de ficar fisicamente em algum lugar aguardando um serviço que não necessariamente necessita de ser presencial, como por exemplo: ficar na fila esperando para pagar algo que você já “comprou”!!

Este comprou entre aspas, significa que vc já foi abocanhando pela idéia de ter, já sabe quanto vai gastar, tem o dinheiro e só está esperando concretizar o ritual de troca: a mercadoria pelo papel moeda.

Neste gargalo atual na velocidade de negociações, os restaurantes enfrentam sérios problemas para resolver tal situação: vc já “comprou” a idéia de comer hoje na cantina italiana do Giuseppe, porém Giuseppe não tem mesa agora… então vc espera! Veja, a compra foi feita e vc ainda perde tempo esperando a “troca”.

textaurant-text.png

Foi apresentado na semana passada na BizTechDay em New York, um demo de um aplicativo bem interessantes chamado

Textaurant que tem como objetivo reduzir ou até mesmo eliminar o problema.

Vc entra no site do restaurante, faz sua reserva e vê on-line, real-time a situação do restaurante e se posiciona virtualmente na fila, com um simple cadastro de nome e telefone.

Assim quando sua posição for avançando vc recebe mensagens SMS avisando que está na sua hora, inclusive pode ser um canal para receber ofertas e outros merchans do estabelecimento… bom aí o céu é o limite!!

É uma idéia bem simples, mas para implementar com eficiência, com certeza não é para qualquer um.

Fonte: How Restaurant Owners Can Spare Patrons the Long Lines Using Textaurant.

Terapia “faça-você-mesmo”: Filmoterapia!!

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Se você esta meio sem grana (ou sem tempo mesmo) para terapia e precisa de um refresco rápido. Segue a dica: FILMOTERAPIA, retirada da revista Galileu de 2008.

Espero não precisar assistir as Pontes de Madison…hhaha!!

BAIXA AUTO-ESTIMA

RAY (EUA, 2004)
A traumática trajetória do pianista Ray Charles.
A morte do irmão menor, a perda da visão aos sete anos, o peso da fama, a luta
contra o racismo e a heroína. É um hino à coragem, à determinação e à vontade de viver.
Uma lição de vida para qualquer um.

 DEPRESSÃO 

O MÁGICO DE OZ (EUA, 1939)
Reconhecer nosso poder é a grande lição dada por este clássico,
segundo os terapeutas.  A história de Dorothy, uma menina  que vai
parar em um mundo totalmente estranho e desconhecido, é indicada
para quem precisa se reerguer.
CRISE CONJUGAL 
AS PONTES DE MADISON (EUA, 1995)
Um dos mais indicados para quem já traiu o foi traído e  não
consegue esquecer o episódio.  O romance entre um fotógrafo da
National Geographic e uma dona de casa casada,
segundo os terapeutas,  ajuda a compreender e desmistificar a traição.
QUESTÕES  	FAMILIARES
O CLUBE DA FELICIDADE E DA SORTE (EUA, 1993)
O filme, que conta a história de quatro  famílias chinesas
que imigraram para os Estados Unidos e mostra os conflitos
entre as gerações, é indicado para quem tem dificuldades para
se relacionar com a mãe
INTOLERÂNCIA 
PEQUENA MISS SUNSHINE (EUA, 2006) 

Quando a excêntrica família se  amontoa na Kombi velha para 

cruzar os Estados Unidos, os personagens  passam por todo 

o tipo de situação. O efeito nas relações interpessoais  é marcante.  

Uma história perfeita para quem precisa aprender a aceitar as diferenças e 

as imperfeições alheias.
 
CHOQUE  DE REALIDADE  
TROPA DE ELITE (BRASIL, 2007)
Ao mostrar um mundo de violência que a maioria não quer
enxergar, o sociodrama é indicado para todos. Até crianças, na
opinião do psicanalista Jacob Goldberg. 
Segundo ele, o filme é importante para que aprendamos a
reconhecer a tirania e os nossos inimigos.
 
AUTO-SABOTAGEM
O	FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN (FRANÇA, 2001) 

Correr atrás do que se quer ou continuar vivendo em um mundo 

de fantasia? Essa é a questão central do filme. As descobertas de 

Amélie inspirariam a	aceitar nossos caprichos, confiar no destino e a se esforçar

na busca do  que merecemos.
 
PESSIMISMO  
UM DIA DE CÃO (EUA, 1975)
Acha que a maré de azar não vai passar e que tudo tende a
piorar? Um bom remédio para acabar com tanto pessimismo é
assistir a  esse drama com Al Pacino, aseado em uma história real.
Depois de ver a  história de um assalto a banco que dá muito
errado, nada vai parecer tão  ruim e sem solução.

Por quê (e oq é) BPM? – ComputerWorld

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Dando uma geral nos meus bookmarks e sem nenhuma inspiração neste 6 de Setembro seco e frio de São Paulo, deixo com vcs este ótimo briefing da Computer World sobre BPM… rápido, bonito, bom e “de graça”.

Download do arquivo AQUI!!

Síndrome de Burnout… mas então gerente é “Gente”?!

2 Comentários

Síndrome de Burnout ataca o ambiente empresarial

Conhecida também como síndrome do esgotamento profissional atinge perfil de colaboradores com elevadas metas de desempenho e reconhecimento profissional

Por Sérgio Nardi, www.administradores.com.br

O despertador toca, de alguma maneira ainda sonolento vem o pensamento de que algo está errado, não pode ser, ainda é muito cedo. As mãos descoordenadas pelo sono procuram o relógio. Constatam que já é hora de levantar, mais uma vez rumo à mesma rotina, tudo igual a tantos outros dias. Parece realmente que nada mudou.

Mas algo definitivamente não está certo, o corpo reclama de cansaço, a angústia improcedente se alia a falta de ânimo e a uma indisposição persistente em encarar mais um dia de labuta. Algo foi perdido, ou seja, a maior virtude de um colaborador, a motivação.

Bem-vindo a um clube que cresce diariamente e assustadoramente de tamanho, antes restrito e seleto para alguns poucos profissionais que laboravam no limite, como médicos, bombeiros e policiais, mas que atualmente invade diferentes ambientes corporativos, o clube da Síndrome de Burnout.

A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional está relacionada no ambiente corporativo, ao perfil das pessoas workaholics e ou aquelas com elevadas metas de desempenho e reconhecimento profissional.

No início os sintomas são leves e podem ser confundidos com milhares de outras doenças, cansaço excessivo, fadiga incessante, desconfortos, dor de cabeça, pálpebras pesadas e um leve desânimo marcam o compasso no desenvolvimento desse distúrbio.

Como nem sempre os sintomas levam às verdadeiras causas, a Síndrome de Burnout costuma progredir silenciosamente entre os colaboradores das organizações, nos mais diversos escalões, com especial atenção, aos altos cargos de gestão. O esgotamento físico e mental leva, enfim, essas pessoas a um quadro depressivo e a comportamentos agressivos e irritadiços para com seus pares e até familiares, construindo inconscientemente relações nocivas e improdutivas no ambiente de trabalho e agressivas e egoístas nas relações familiares.

Em tempos de muita retórica sobre a qualidade de vida dos empregados, muito pouco tem se feito efetivamente para melhorar as características do ambiente de trabalho. E a dura realidade competitiva das empresas continua sendo a de produzir para seus funcionários, metas cada vez mais agressivas, redução no quadro de colaboradores, consequente incorporação de funções, diminuição da faixa etária dos colaboradores e aumento de responsabilidades, tudo em benefício da contínua e incessante multiplicação das margens, dos lucros e da rentabilidade.

Nada contra a China, mas outro dia liguei para um CEO, para cumprimentá-lo por seu aniversário e do outro lado reconheci a voz de um amigo agradecido pela ligação, mas triste por estar passando o dia de seu aniversário no aeroporto Xi’an Xianyang, esperando conexão para Varsóvia ou algo assim. Sua desilusão em ter que ininterruptamente estar à disposição da empresa ao redor do globo e em contrapartida ser figura cada vez mais rara na vida e no crescimento dos filhos era evidente e seu desempenho começava a oscilar, nos últimos tempos, tanto quanto seu humor e seu ressentimento pela situação.

O capital humano e o intelecto que este carrega é o ativo mais importante das organizações. Como realmente preservar essa riqueza, sem exaurir sua fonte produtiva?

As mudanças passam por profundas transformações e ações de ruptura na cultura corporativa de muitas empresas e na ação pessoal, através de uma ambição mais medida e metas menos agressivas.

O acúmulo de poder, exposição e fortuna de nada valem se não tivermos ao menos alguns momentos de liberdade em nossas ações e de um convívio harmonioso com nossos amigos e familiares. A riqueza e o sucesso profissional só fazem sentido quando alinhados com o equilíbrio entre o ter e o ser. Vivemos em suposta democracia, mas continuamos escravos dos nossos próprios erros. Abaixo a ditadura do tudo a qualquer preço!

Sérgio Nardi – palestrante, escritor, especialista em gestão empresarial e autor dos livros “A Nova Era do Consumo de Baixa Renda”, “Marketing para o Varejo de Baixa Renda” e “Viva Melhor”.

SALARY GUIDE 2010/11 [Robert Half]

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Este é o novo guia de salarios da Robert Half disponível aqui.

Percebi que existe um grande blur entre as faixas salarias de profissionais entrantes juniors (0-2 anos) até os de experiência média pleno-senior (5-9 anos), onde é possivel ter GPs com pouca experiência ganhando salários maiores do que GPs com larga experiência no mercado.

Será esse o “efeito certificação” muito admirado pelas empresas grandes ou apenas um choque de gerações X e Y?

Tem mais de um líder? Veja como lidar com eles, sem perder o controle!

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Indicação: Marcio Alexandrino
Por: Camila F. de Mendonça
26/08/10 – 11h00
InfoMoney

SÃO PAULO – Centralizar responsabilidades não é um hábito saudável para as empresas. A verticalização da gestão de setores e departamentos, porém, resolveu esse problema, ao colocar nas mãos de muitos o poder que estava em um único gestor. Contudo, esse novo cenário criou, para muitos profissionais, um outro problema: ter de lidar não mais com um, mas com vários líderes.

Ter mais de uma pessoa dando ordens significa ter mais trabalho, mas também ter mais oportunidades, na avaliação da gerente de Projetos do Grupo Foco, Ercília Vianna. “Mais de um chefe significa mais trabalho. Por outro lado, você vai ter mais de uma pessoa avaliando o seu trabalho”. E avaliações, ainda que negativas, só ajudam a desenvolver o potencial dos profissionais.

Ainda assim, muitos profissionais não se sentem confortáveis com tanta gente dando ordens. Como manter a calma e a produtividade nessa situação? Para o CEO do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Antonio Carminhato, a palavra-chave é transparência. “Lidar com vários chefes é saber ser transparente da mesma forma com todos, com profissionalismo”, ressalta.

Jogo de cintura
Manter a transparência com profissionalismo com todos os líderes não é tarefa fácil. É preciso muito jogo de cintura para não trabalhar oito horas com a sensação de ter trabalhado dezesseis. Por isso, cabe ao profissional respirar fundo e exercer a virtude da paciência e encarar a situação como algo normal.

Afinal, segundo Carminhato, cada vez mais as empresas adotarão modelos de gestão que descentralizam o poder e cruzam departamentos. Ou seja, aquele que atua no departamento de marketing vai ter de lidar com o seu gestor e com o gerente comercial, por exemplo.

Ercília recomenda então que o profissional cultive a habilidade de organização. “Ser organizado, nesses casos, é fundamental”, afirma. Executar as tarefas no prazo quando se tem um chefe é sempre um desafio. Tocar várias tarefas com prazos diferentes, uma para cada líder, é ainda mais. Por isso, a especialista lembra que o profissional deve traçar prioridades.

E não é só isso. É preciso negociar essas prioridades. “O profissional deve ter consciência do que pode ser priorizado e do que pode ser deixado para depois e deixar isso claro para os gestores”, afirma Ercília.

E quando as ordens divergem? Em uma empresa com bons líderes, a probabilidade de isso ocorrer é pequena, mas nada é perfeito. “Primeiro, o profissional deve ter certeza de que essa divergência existe”, reforça Carminhato. “Talvez essa divergência esteja no entendimento do profissional”, reforça.

Caso exista mesmo essa divergência, contudo, o profissional deve levá-la aos gestores. “É preciso pedir esclarecimentos assim que receber a tarefa e, se a divergência persistir, pedir para o gestor validar aquela tarefa com o outro gestor”, reforça Carminhato.

Para Ercília, a solução para as divergências passa pelo diálogo claro. “O ideal é que o profissional coloque os dois líderes para decidir sobre a orientação correta”, conclui.

Vantagens e desvantagens
Para quem sabe lidar, ter mais de um líder é muito vantajoso. “Isso exige que os profissionais sejam mais flexíveis na sua forma de comunicação pois têm de lidar com diversos perfis de gestores”, acredita Carminhato. Por outro lado, ele acredita que a probabilidade de atrito com a liderança é maior nessas situações.

“Para quem gosta e sabe lidar, essa situação impede que esse profissional caia em uma rotina”, complementa Ercília. Para ela, geralmente perfis que apostam mais no desafio se dão bem com esse cenário. Já os profissionais mais ansiosos podem não se dar bem com essa situação, na avaliação dagerente do Grupo Foco.

Por isso, ela recomenda aos profissionais que têm essa dificuldade que analisem a forma como as empresas realizam sua gestão. “Se você é um profissional multitarefa, com energia e dinâmico, pode se dar bem”, acredita. Para Ercília, conseguir lidar com mais de um líder é uma questão de perfil e disposição.

Fonte:InfoMoney: Tem mais de um líder? Veja como lidar com eles, sem perder o controle!.

Como encontar “o que deu errado?” em seu projeto

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Indicado por Leona Charles do TOC Intelligence Group no LinkedIn

Looking for Root Cause in All the Wrong Places

  • August 24th, 2010 5:06 am ET

Solution Boxes

Photo: Salvatore Vuono/freedigitalphotos.net

Across the country on any given day, someone in management is uttering the phrase ‘where did it all go wrong?’ Conventional wisdom says you look at your people and then your process and you work backward to spot dependant variables and points of failure. I sit on the other side of the bench. As a Process Improvement Consultant, certain situations have left me in awe of how little decision makers rely on common sense. If you really want to find the root cause, stick to these guidelines.


Don’t Just Find the Points of Failure, Solve Them
.
Finding the points of failure doesn’t mean you know all that you need to and finding them shouldn’t mean someone is getting fired. Points of failure should alert you to parts of your process that are flawed or underperforming. Once the point of failure has been identified, you need to find out what made it a failure point. Is the process too complicated? Does your staff understand the step? How does the failure affect your end product? Once you have answered these questions, you can begin the process analysis of dependant variables and points of failure.
Know Where You Are Going

Many processes fail or underperform because the companies or the people implementing them don’t understand the program objective. If your goal is to produce the best product possible, why focus on cost beyond what is reasonable? By the same token, if your goal is to produce the cheapest version of your product then quality issues are the second runner up. When running your process you have to be sure that your end goal matches your process. Be clear about your process expectations with every activity.

Set Your Standards in the Beginning


Before your process starts, define clearly and succinctly what constitutes quality and failure. With a clear picture, you minimize the guesswork enabling you to work from preventive posture instead of reactionary. The quality of your process is set in the beginning, working towards the quality of your end product. Setting standards also creates working guidelines for you staff and allows them to set reasonable expectations, the clearer your staff the better your process.
Allow Failure


I know this sounds counterproductive, but quality comes from failure. A business culture where it is okay to fail makes your product or service better. When you go back to the drawing board, you go back with lessons learned and that makes your company better in the long run. It’s easier to benchmark when you know that an idea has no practical application, it’s easier to improve when you know where to start.

Improvement is a tricky business and no technique is one size fits all; the trick is to find one that works for your company. Remember continuous improvement is a journey and every step is meaningful. To be better, you have to think better. The best place to start is common sense.

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